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Defesa Civil alerta sobre risco de chuva forte em 17 Estados

Agência Brasil

BRASÍLIA - Um alerta de chuva forte foi enviado pela Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, às defesas civis do Amapá, do Rio Grande do Norte, Rondônia, do Acre, do Piauí, do Maranhão, do Ceará, da Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Tocantins, do Amazonas, do Pará, do Rio Grande do Sul, do Paraná, Santa Catarina, Goiás e do Distrito Federal. Segundo estimativas da Sedec, até sábado, áreas de instabilidade tropicais mantêm as condições de pancadas de chuva em Rondônia, no Acre, no Piauí, no Maranhão, no Ceará e no noroeste, centro-oeste, sudoeste e sul da Bahia. Em alguns momentos, a chuva pode ser de forte intensidade e acompanhada de descargas elétricas. Na Bahia, a chuva será acompanhada de rajadas de vento entre 40 e 50 km/h. No domingo (12), o alerta permanece válido para as regiões do centro-sul do Maranhão e do Piauí. Até lá, áreas de instabilidade mantêm as condições de pancadas de chuva no centro-norte de Minas Gerais; no centro-norte, nordeste e noroeste do Mato Grosso; em Tocantins; no Amazonas; no Pará; no norte e nordeste de Goiás e no Distrito Federal. O alerta também informa que em alguns momentos a chuva pode ser de forte intensidade e acompanhada de descargas elétricas. Em Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal, há risco de temporais isolados com rajadas de vento entre 40 e 50 km/h. Na Região Sul, um ciclone extratropical está em formação e deve provocar rajadas de vento que podem superar os 80 km/h no sul e leste do Rio Grande do Sul e no sul e leste de Santa Catarina. Até amanhã (11), o mar ficará agitado com ondas de três a quatro metros, inclusive com risco de ressaca nos dois estados, motivo pelo qual a Sedec desaconselha a navegação.

O alerta ressalta que é comum a ocorrência de ciclones extratropicais na Região Sul, mas que este que está previsto não se assemelhará ao furacão Catarina, que atingiu o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em março de 2004. Até sábado, haverá queda de temperaturas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Paraná, com a chegada de uma massa de ar de origem polar. As temperaturas mínimas devem oscilar entre dois e seis graus nas áreas mais altas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e entre oito e 11 graus, nas demais regiões. O ar frio favorecerá a formação de geada nas Serras Gaúcha e Catarinense na madrugada de hoje (10) e de sábado. No Paraná, as mínimas ficarão entre cinco e oito graus nas áreas mais altas e entre 10 e 15 graus, nas demais regiões. A Sedec recomenda que a população seja orientada de forma a evitar áreas de alagamentos e o risco de deslizamentos de encostas, morros e barreiras. Sugere também que se evite trafegar em ruas sujeitas a alagamentos localizados e em lugares que ofereçam pouca ou nenhuma proteção contra raios e ventos fortes.

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Missão americana no Iraque está em fase final, diz Gates

13 de Dezembro de 2008 - 22:8
Missão americana no Iraque está em fase final, diz Gates

Soldados começam a deixar cidades iraquianas em junho Clique para ampliar a imagem

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, disse a soldados americanos no Iraque, neste sábado, que a missão militar no país entra agora "em sua fase final".

Em visita a uma base dos Estados Unidos ao norte de Bagdá, Gates afirmou que a presença americana no Iraque vai passar por uma importante "mudança de missão" em junho, quando as tropas devem se retirar das áreas urbanas do país.

Gates, que permanecerá no cargo após a posse do presidente-eleito Barack Obama, explicou que a data foi escolhida porque os comandantes acreditam que até lá terão conseguido transferir todas as 18 províncias para o controle iraquiano.

Há duas semanas, as duas nações concordaram com um plano para que as tropas americanas se retirem completamente do território iraquiano até 2011.

Sem combate
O general Ray Odierno, comandante americano no Iraque, afirmou que alguns soldados vão permanecer nas cidades para oferecer aconselhamento e treinamento para forças iraquianas, mas ressaltou que eles não vão participar de combates.

Odierno não especificou quantos dos 150 mil militares presentes no Iraque vão permanecer no país após o mês de junho.

Segundo ele, parte da decisão está ligado ao fato de que o Iraque terá eleições no ano que vem.

"É importante manter uma presença suficiente aqui, para ajudá-los (aos iraquianos) a atravessar este ano de transição. Não queremos dar um passo atrás porque já avançamos bastante até aqui", afirmou Odierno.

Oponentes ao novo acordo firmado há duas semanas, entre eles o clérigo xiita Moqtada Al-Sadr, dizem não acreditar que os soldados americanos vão se retirar nas datas prometidas, e pedem sua saída imediata.

Fonte: BBC Brasil