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Moda e estilo de vida carioca no evento 'Rio Claro Summer'

Iesa Rodrigues, Jornal do Brasil

RIO - Começa nesta quarta-feira o Claro Rio Summer, evento de moda e estilo de vida liderado pelo publicitário Nizan Guanaes, atualmente empenhado em valorizar o conceito turístico e de estilo do Rio de Janeiro.

Neste primeiro dia, o destaque ficará por conta de Caetano Veloso, o baiano mais carioca da Tropicália, um nome famoso internacionalmente, que deve cantar à beira da piscina do Hotel Fasano, com vista para o Dois Irmãos.

- O evento pretende confirmar o Brasil como pólo lançador de culturas e modas do verão - é o principal comentário de Nizan, desde o lançamento do projeto.

A base dos desfiles ocupa uma tenda montada no alto do Forte de Copacabana, no Posto 6, mas a agenda dos três dias de Claro Rio Summer se espalha por outros pontos da cidade, como a The Week, na Praça Mauá, a Rua Dias Ferreira, no Leblon, e o encerramento em plena areia da Praia de Ipanema, na noite de sábado.

Por estilo de vida entenda-se a divulgação não só de biquínis e sandálias mas também música, festas e points da moda.

Praias alteradas

Ao contrário da feira de moda praia de Miami, que tem perfil comercial, com coleções sem pretensões a lançamentos conceituais, algumas marcas do Rio devem extrapolar a simples roupinha de se desnudar nas areias. Na Osklen, estará o exemplo mais perfeito desta nova tendência, que enquadra o estilo normalmente dedicado a mergulhos e bronzeados, em um uso urbano.

– Temos o jeito exato da Ipanema "cool", uma moda para andar no meio da calçada, entre a areia e o asfalto – avisou Oskar Metsavaht, em plena prova de roupas, no ateliê em São Cristóvão.


Modelo do desfile de moda praia da Osklen | Foto: Divulgação

Destacam-se truques que devem agradar a quem espera ver idéias diferentes, como as mangas feitas com chapéus panamá cortados para vestidos, e os tecidos montados como se fossem listras, feitas de sobras de fitas de coleções antigas para saias. Maiôs e biquínis têm drapeados em malha cinza ou preta, com capuz ou adaptações de lapelas de ternos no corte. Cinza e preto, no alto verão?

– Isso mesmo, pensamos nos dias nublados de Ipanema, no colorido das calçadas de pedras portuguesas, no contraste da areia e do asfalto – justifica Oskar, que encerra o evento dentro de um espaço na praia, juntamente com a coleção de Lenny Niemeyer.

Dentro da agenda de marcas famosas como a Blue Man, Rosa Chá e Totem, há uma estréia já cheia de histórias. A 284, que desfila na The Week, com os puladores do grupo Parkour e as modelos dentro de instalações tubulares, pertence a Bernardino, Luciana e Marcella, três filhos de Eliana Tranchesi e Heleninha Bordón, filha de Donata Guanaes – quer dizer, é a terceira geração da multimarcas Daslu.

O nome 284 homenageia o primeiro endereço da loja, que ficava na Rua Domingos Leme, 284. O desfile dirigido por Carlos Pazzeto divide-se em quatro temas: rua, moda, consciência social e eu amo o Brasil. Neste quarto módulo, virão vestidos estampados e coloridos, sem obrigatoriedade de combinações de verde e amarelo.

Retorno

A abertura do Claro Rio Summer ficará por conta de Carlos Miele, estilista habituê das passarelas nova-iorquinas, que aceitou voltar a mostrar coleções no Brasil.


Modelo do desfile de Carlos Miele | Foto: Divulgação

– O Rio é a imagem do país lá fora, o desfile é todo inspirado na cidade, nesta convivência única de elites e excluídos – adiantou, acrescentando que as roupas devem mostrar o trabalho das artesãs e bordadeiras da Coopa Roca, uma parceira da marca há 10 anos.

A fama dos desfiles diferentes, com cunho artístico, que vão além de um simples passar de modelos em passarela (há sempre um instrumentista, um artista plástico, alguém pegando fogo ou uma índia de cocar no show), será confirmada pela presença do grupo Afro Reggae, ao vivo, providenciando um funk sofisticado.


Modelo do desfile de Carlos Miele | Foto: Divulgação

Mas apenas 200 convidados terão acesso à apresentação ao ar livre, no Forte de Copacabana, que conta com a estréia da moda masculina da grife, que tem vitrines em Nova York e Paris.

Erosão irrita turistas


Ana Amaral/DN
As pessoas que frequentam a orla diariamente classificam a situação como vergonhosa para a capital do estado
A erosão nos calçadões da Praia dos Artistas e de Ponta Negra segue causando transtornos a moradores, turistas e comerciantes desses dois pontos da orla marítima de Natal. Na Praia do Meio, uma cratera de 150m obriga os transeuntes a usar a calçada oposta ou arriscarem-se dividindo espaço com os carros na avenida. Em Ponta Negra, uma cratera com aproximadamente cinco metros de extensão dificulta a passagem dos pedestres, que dispõem apenas de uma estreita faixa de pavimento para transitar.

O problema se arrasta desde o inverno. Na Praia dos Artistas, a erosão destruiu o trecho do calçadão da Avenida Café Filho na altura do Centro Municipal de Artesanato. O coopista José Lucena, que freqüenta a orla diariamente para sua caminhada matinal, classifica a situação como uma ‘‘vergonha’’. Ele acredita que a obra de recuperação em curso já poderia ter sido concluída. ‘‘Mas sabemos que no Brasil é assim. O dinheiro público é sempre mal direcionado’’, opina. Ele lamenta que precise atravessar a rua e caminhar do outro lado para escapar do buraco.

O empresário Emerson Fernandes explica que faz sua caminhada com medo de ser atropelado, já que é obrigado a andar na pista para vencer o trecho erodido. Ele confessa, ainda, que não confia na qualidade do serviço em execução pela prefeitura e acha que o calçadão voltará a erodir nas próximas chuvas.

Freqüentador da Praia dos Artistas há mais de 60 anos, o aposentado Otacílio de Lima alerta para os riscos que um passante distraído corre ao transitar pelo calçadão. Ele destaca que alguém pode cair no buraco ou cair do calçadão para a beira-mar, já que há um trecho em obras onde é possível caminhar, mas que não tem cerca de proteção. A altura é superior a dois metros.

Otacílio se diz ‘‘triste’’ pela situação. Na opinião dele, a Praia dos artistas, que já foi a mais concorrida de Natal, vive seu pior momento. ‘‘Essa praia era uma beleza. Por volta de 1940, se via pouca gente por aqui, era uma tranqüilidade. A praia era bonita e o mar era cheio de peixe, diferente de hoje, que o mar está cheio de esgoto. Mais tarde, aqui virou a ‘praia da cidade’ e era muito animada, cheia de gente’’, relembra.

O mestre de obras Pedro Eleutério, que ontem supervisionava os serviços de recuperação do calçadão da Praia dos Artistas, afirma que os trabalhos serão concluídos até o final de dezembro. ‘‘Estamos trabalhando com 25 homens, de acordo com a tábua das marés’’, informa. Ele acrescenta que a dependência da maré e o caráter de urgência do serviço fazem com que os trabalhos prossigam inclusive no turno da noite.

Revistas Host e Lua de Mel destacam o turismo em Alagoas

(03/11/2008 11:03)

Com belezas de tirar o fôlego, praias, lagoas, coqueirais, gastronomia de dar água na boca e sossego, Alagoas é mais uma vez destaque em revistas nacionais de turismo. A edição de novembro das revistas Host e Lua de Mel trazem em suas páginas os atrativos de Maceió e outras cidades do litoral alagoano, destacando as praias tranqüilas, a gastronomia, e os meios de hospedagem com alto padrão de qualidade e serviços personalizados.

A revista Lua de Mel traz Alagoas na capa e como matéria principal, com muitas fotos e destaque para a rota de charme, no litoral Norte alagoano. A dica da revista são as pousadas de charme, que ficam na região tranqüila da Costa dos Corais, lugar perfeito para os casais apaixonados. O trajeto descrito na matéria vai desde Maragogi até Maceió.

Já a edição outubro/novembro da "Host" tem como ator principal da matéria o Hotel Ritz Lagoa da Anta, além da capital alagoana, que dispõe de diversos atrativos, desde as praias até o passeios culturais. A matéria também dedica o espaço aos programas imperdíveis na Praia do Gunga, Francês, e Duas Barras, em Jequiá da Praia.

Outro destaque da matéria foram as "delícias alagoanas", com ênfase para os restaurantes de Maceió, como Divina Gula, Wanchaco, Lê Sururu, Bar do Pato, na Massagueira, e Hibiscus, em Ipioca.

As revistas têm tiragem de 15 mil exemplares cada e são distribuídas em agências de viagens, hotéis, pousadas, resorts, órgãos governamentais, ONGs e fornecedores da indústria turística. A revista Lua de Mel também é vendida em bancas de todo o Brasil, a maioria na região Sudeste. Ambas são destinadas ao público AB.